“Eu sou a mãe”: uma abordagem do filme a partir da teoria da sedução generalizada, de Jean Laplanche

Authors

  • Jamerson Murillo Anunciação de Souza

DOI:

https://doi.org/10.55905/revconv.17n.6-231

Keywords:

teoria da sedução generalizada, Inteligência Artificial, humanização, sexual

Abstract

O trabalho a seguir analisa o filme Eu sou a mãe, lançado em 2019 e dirigido por Grant Sputore, a partir da teoria da sedução generalizada, desenvolvida por Jean Laplanche na obra Sexual (2014). Dividimos a exposição em 4 partes: descrição sintética das personagens e ambientação do filme, desenvolvimento do roteiro, síntese da teoria da sedução generalizada e considerações finais. Cada uma das seções contribui para a formação de uma visão ampliada sobre a obra cinematográfica sob enfoque laplanchiano. O objeto consiste na análise fílmica a partir da perspectiva teórica mencionada. O objetivo consiste na aplicação dos fundamentos teóricos do autor a um contexto fictício, artístico, porém, com potencialidaes analíticas para o munto real. A metodologia transcorre a partir da revisão bibliográfica da obra Sexual (2014) e da análise técnica dos elementos fílmicos em tela. A principal conclusão diz respeito à consistência da teoria laplanchiana para a interpretação do processo de humanização em condições de intercessão com a Inteligência Artificial.

References

LAPLANCHE, Jean. Sexual. A sexualidade ampliada no sentido freudiano 2000-2008. Rio Grande do Sul: Dublinense, 2014.

EU sou a mãe. Direção: Grant Sputore. Produção:Timothy White, Kelvin Munro. Austrália: Netflix, 2019.

Published

2024-06-20

How to Cite

Souza, J. M. A. de. (2024). “Eu sou a mãe”: uma abordagem do filme a partir da teoria da sedução generalizada, de Jean Laplanche. CONTRIBUCIONES A LAS CIENCIAS SOCIALES, 17(6), e7646. https://doi.org/10.55905/revconv.17n.6-231

Issue

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Articles